Por Marcelo Santtana
A proposta do PT de realizar concurso público para criar um contingente paramilitar destinado ao combate ao crime causa estranhamento e levanta dúvidas sobre sua real eficácia. Enquanto a Força Nacional segue carente de recursos, estrutura e investimentos, o governo fala em montar outro agrupamento voltado à segurança pública.
O Brasil já conta com as Forças Armadas, instituições altamente capacitadas e constitucionalmente previstas para atuarem em situações excepcionais. Bastaria acionar a GLO (Garantia da Lei e da Ordem) para que militares pudessem contribuir de forma decisiva no enfrentamento ao crime organizado — como já ocorreu em momentos críticos da nossa história recente.
Entretanto, o PT insiste em rejeitar essa alternativa e prefere apostar em iniciativas que soam mais como “faz de contas” do que como política de segurança efetiva. A população paga o preço dessa hesitação enquanto a criminalidade cresce e se organiza.
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